Remoção de verrugas, cistos e lesões de pele
Lesões benignas incomodam, crescem e às vezes inflamam. A retirada é feita em consultório, com anestesia local e material enviado para exame.
Dra. Karina Crescimani · CRM 126886-SP · RQE 31805 · Membro Titular da SBD
Lesões removidas em consultório
Verrugas
Causadas pelo HPV cutâneo, aparecem nas mãos, pés (a verruga plantar, dolorida ao pisar), rosto e pescoço. São transmissíveis e podem se multiplicar — inclusive por autoinoculação, quando o paciente cutuca ou tenta arrancar. O tratamento pode ser cauterização química, eletrocauterização, crioterapia ou excisão, conforme o tipo e a localização.
Cisto sebáceo
Nódulo arredondado sob a pele, móvel, com um pequeno ponto central. Cresce lentamente e pode inflamar e infectar, tornando-se dolorido e avermelhado. A remoção definitiva exige a retirada completa da cápsula — se ela permanece, o cisto volta. Por isso espremer não resolve, e ainda aumenta o risco de infecção e de cicatriz.
Lipoma
Tumor benigno de gordura, macio e móvel, geralmente indolor. Retirado quando incomoda, cresce ou gera dúvida diagnóstica.
Pontos de milium
Pequenos pontos brancos e duros, comuns ao redor dos olhos. São císticos e não saem com esfoliação ou extração comum — a remoção é feita com microincisão.
Queloides e cicatrizes hipertróficas
Cicatrizes que crescem além dos limites da lesão original. O manejo pode envolver infiltração, e a simples retirada cirúrgica isolada tende à recidiva — o planejamento é fundamental.
Acrocórdons
Os "pólipos fibroepiteliais", pequenas pontinhas de pele no pescoço, axilas e virilhas. Removidos de forma rápida em consultório.
Como funciona o procedimento
Avaliação da lesão
Exame clínico e dermatoscopia para confirmar que a lesão é benigna e definir a melhor técnica de remoção.
Anestesia local
O procedimento é feito com anestesia local no consultório. Você fica acordado e não sente dor durante a retirada.
Remoção
A técnica varia conforme a lesão: excisão cirúrgica, eletrocauterização, curetagem ou cauterização química.
Exame anatomopatológico
Quando indicado, o material retirado é enviado ao laboratório para análise microscópica — a confirmação definitiva do diagnóstico.
Cuidados e retorno
Você recebe orientação de curativo e cuidados. Havendo pontos, o retorno para retirada é agendado conforme a região.
Perguntas sobre remoção de lesões
Em muitos casos sim, quando a avaliação confirma a indicação e há tempo disponível na agenda. Se você vem de outra cidade, avise no agendamento pelo WhatsApp para que reservemos o tempo necessário.
Qualquer procedimento que atravessa a pele deixa alguma marca. A técnica adequada, o fechamento cuidadoso e os cuidados no pós-procedimento têm o objetivo de tornar essa marca o menos perceptível possível. O resultado varia conforme a região do corpo e a tendência cicatricial de cada pessoa.
Porque espremer esvazia o conteúdo mas deixa a cápsula no lugar — e ela volta a produzir. A remoção definitiva exige a retirada completa da cápsula.
Sempre que houver indicação clínica. O exame anatomopatológico é o que confirma com certeza a natureza da lesão, e é conduta padrão diante de qualquer dúvida diagnóstica.
Na maioria dos casos, não. Há orientações específicas de cuidado com o curativo e restrições temporárias como evitar sol, piscina e esforço físico intenso na região.
Agende sua avaliação
Diagnóstico e tratamento com Dra. Karina Crescimani — CRM 126886-SP · RQE 31805, membro titular da SBD. Valinhos-SP.