Estética Injetável

Ácido hialurônico: o que é e para que serve

A substância mais usada na estética facial — e uma das mais mal explicadas. Entenda o que ela faz, onde é aplicada e o que esperar.

Dra. Karina Crescimani · CRM 126886-SP · RQE 31805 · Membro Titular da SBD

Aplicação de ácido hialurônico em Valinhos

O que é o ácido hialurônico

O ácido hialurônico é uma substância que já existe naturalmente no seu corpo — na pele, nas articulações e nos olhos. Sua principal característica é a capacidade de reter água: cada molécula segura muitas vezes o próprio peso, o que dá à pele volume, hidratação e sustentação.

A partir dos 25 anos, a produção começa a cair. Com o tempo, essa perda aparece como pele mais fina e desidratada, sulcos que se aprofundam, olheiras mais marcadas e perda de contorno no rosto.

O ácido hialurônico usado nos procedimentos é produzido em laboratório por biofermentação e não é de origem animal. É um produto reabsorvível: o organismo o degrada naturalmente ao longo do tempo — por isso o efeito não é permanente.

Nem todo ácido hialurônico é igual

Os produtos variam em densidade, coesividade e capacidade de sustentação. Um preenchedor firme, adequado para projetar o contorno da mandíbula, seria completamente inadequado para a região delicada das olheiras — onde se usa um produto leve e pouco hidrofílico. A escolha do produto certo para cada região é parte técnica do procedimento.

Quem aplica importa. Procedimentos injetáveis atuam sobre uma anatomia com vasos e nervos em planos precisos. Confira sempre o RQE do profissional — o registro que comprova o título de especialista. A Dra. Karina é dermatologista com RQE 31805 e todos os procedimentos são realizados por ela. Veja como funciona a avaliação.

Perguntas sobre ácido hialurônico

Em geral de 9 a 18 meses, variando conforme o produto usado, a região aplicada, a quantidade e o metabolismo de cada pessoa. Áreas de muito movimento, como os lábios, costumam absorver mais rápido.

Sim — e essa é uma vantagem importante de segurança. Existe uma enzima, a hialuronidase, capaz de dissolver o produto caso o resultado não agrade ou surja alguma intercorrência. Preenchedores definitivos não oferecem essa possibilidade.

Usa-se anestésico tópico antes e a maioria dos produtos já contém lidocaína na composição. O desconforto costuma ser leve. Em algumas regiões pode ser feito bloqueio anestésico.

É comum haver edema leve nos primeiros dias e possibilidade de hematoma, especialmente em áreas mais vascularizadas como lábios e olheiras. As orientações de pós-procedimento reduzem esse risco.

Não. O de uso tópico hidrata a camada mais superficial da pele; o injetável é implantado em planos profundos e atua na sustentação e no volume. São aplicações diferentes da mesma substância.

O produto é reabsorvido gradualmente e o rosto retorna à condição anterior — não há piora em relação ao ponto de partida. O aspecto de excesso ou peso costuma resultar de aplicações repetidas em volume elevado, e não da substância em si. Por isso o planejamento conservador e a reavaliação periódica são importantes.

A indicação é definida em avaliação médica presencial. Há situações em que o procedimento é contraindicado — gestação, amamentação, infecção ativa na área, doenças autoimunes em atividade e uso de certas medicações, entre outras.

Agende sua avaliação

O procedimento é indicado após avaliação médica. Dra. Karina Crescimani — CRM 126886-SP · RQE 31805, membro titular da SBD.

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